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Hospital de Nova Iorque Conta com Cardiologista Brasileira



Fonte:  Comunidade News 

A alegria em dar ao paciente uma melhor qualidade de vida, após o trauma de um ataque cardíaco, e o avanço da área cardiológica, fascinam a brasileira Silvia Aguiar. Médica do Hospital Mount Sinai em Nova Iorque, ela conta que nunca sofreu discriminação por ser imigrante, e que ser brasileira faz bastante diferença para seus pacientes.

A paulistana que trocou o Brasil pelos Estados Unidos em 1991 demonstrou interesse pela medicina quando cursava o antigo colegial, atual segundo grau, no Colégio Dante Alighieri. Graças a um mentor, a então futura médica adquiriu um verdadeiro fascínio pela profissão.

Depois de se formar na antiga Escola Paulista de Medicina e atual Universidade Federal de São Paulo, a Dra. Silvia Aguiar veio para os Estados Unidos, onde completou 6 anos de residência médica com especialização em cardiologia. Trabalhou na Universidade da Califórnia (UCLA) e na Universidade Estadual de Nova Iorque (SUNY). A boa reputação nacional e internacional do Hospital Mount Sinai levaram a Dra. Silvia a procurar a instituição, onde está há 5 anos, atuando na área de cardiologia não invasiva (imagem cardíaca), uma subespecialização da cardiologia.

Fundado em 1852, o Mount Sinai é um dos hospitais mais antigos dos Estados Unidos, com unidades em Manhattan, Upper East Side e Harlem. É afiliado à Mount Sinai School of Medicine, uma das líderes em medicina e pesquisa biomédica. No ano passado, o hospital foi eleito um dos melhores do país.

Desafio e pressão

A cardiologia em si é um desafio, conforme a Dra. Silvia, e mais desafiante ainda para o imigrante. “O médico estrangeiro só pode exercer a profissão aqui após aprovação em vários exames padronizados, que reconhecem a profissão no país”, disse a médica, ressaltando que estes exames são bastante extensos e abrangentes, incluindo desde a bioquímica até as especialidades clínicas.

Para ela, porém, o maior desafio de todos está no fato da cardiologia ser uma área iminentemente masculina nos Estados Unidos. “Senti uma pressão maior por ser mulher do que por ser estrangeira”. Na opinião da médica, a cardiologia é a área de mais rápido avanço em toda a medicina, tanto em tratamento quanto em diagnóstico.

Considera fascinante dar maior qualidade de vida a alguém que sofreu o trauma de um ataque cardíaco. “Através do uso da tecnologia de imagem estamos conquistando isto”. A médica afirmou que num futuro muito próximo, os cardiologistas terão condições de prevenir as conseqüências da aterosclerose, tais como ataque cardíaco e derrame. A aterosclerose, acúmulo de gordura nas paredes das artérias, impedindo o fluxo de sangue, é a doença que mais mata no primeiro mundo.

Os pacientes da Dra. Silvia são americanos, em sua maioria, e alguns hispânicos. Ela disse que ser brasileira, na experiência profissional dela, nunca foi o ponto central da relação médico paciente, mas afirmou que “O paciente está procurando, em geral, um médico que ouve (em primeiro lugar) e que apóia, e neste aspecto, ser brasileira faz diferença”.

Reproduzido com permissão do Comunidade News.  Leia outros artigos do Comunidade News.



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Tem 2 respostas até agora. »

  1. sou medico e estou viajando a turismo em novembro para nova iorque e gostaria de visitar o hospital monte sinai, o setor de pediatria.
    não falo ingles, alguem pode me ajudar ?
    julio cesar pereira dias
    pato branco - Pr
    brasil

  2. oi eu moro no japao e gosteria de aprender ingles desde o inicio pois nao sei quase nada obrigado

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