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Compositor Brasileiro Assina Contratos nos Estados Unidos




Uma das mais prestigiosas editoras especializadas em partituras musicais para percussão: HAMAR PERCUSSION PUBLICATIONS (Huntington-New York); cordas: TEMPO PRESS (Madison-Michigan) e Côro: SANTA BARBARA MUSIC PUBLISHING (California); assinaram três novos contratos com o compositor ANDERSEN VIANA para difusão de parte da obra musical escrita para percussão, cordas e vozes do maestro-compositor.

As músicas Fuga em Ré Maior e Fuga em Si Bemol Maior (compostas para Marimba com três executantes), Suíte de Canções Infantis Brasileiras (para orquestra de violoncelos), e At Sunrise (composta para coro a cappella sob o poema do canadense Bliss Carmam), serão difundidas em todo o mundo a partir de 2012. As obras foram selecionadas pelas editoras norte-americanas baseadas em suas qualidades inovativas e técnicas. 

Ph.D em Música pela Universidade Federal da Bahia, Andersen Viana iniciou suas atividades como compositor aos treze anos, e como professor, aos dezenove anos de idade. Atua como maestro-compositor, produtor cultural e leciona diversas matérias musicais na Fundação Clóvis Salgado-Palácio das Artes e Música de Cinema na Escola Livre de Cinema, ambos em Belo Horizonte-Brasil , além de ministrar palestras e oficinas em diversas instituições no Brasil e exterior. Iniciou seus estudos com seu pai – Sebastião Vianna (revisor e assistente de Heitor Villa-Lobos) – e posteriormente nas seguintes instituições no Brasil, Itália e Suécia: UFMG, UFBA, Reale Filarmonica Accademia di Bologna, Arts Academy of Rome, Accademia Chigiana di Siena e no Royal University College of Music in Stockholm. Tem mais de cinquenta artigos publicados no Brasil e Europa.

Por sua obra musical recebeu 20 premiações no Brasil, Europa e EUA, incluindo o 1º Lugar no Concurso Internacional de Composição ”Lys Music Orchestra 2001” na Bélgica, 1º Lugar e o “Prêmio do Público” no “Concurso Internacional de Composição Lambersart 2006” na França. Em seu catálogo atual constam cerca de trezentas obras musicais compostas para vozes, instrumentos acústicos e eletrônicos. Para o cinema compôs e produziu música para os seguintes filmes: A Cartomante, Retalhos do Taquaril (Cláudio Costa Val), Bem Próximo do Mal, Jogando para o Amanhã, O Próximo Passo, Gun’s Speech, Trem Fantasma, 3:00:AM (Sérgio Gomes), Corações Ardentes (Ray Evans), Filhos de Adão (Afonso Nunes), Perdidos em Abbey Road (Denis Curi), Vivalma (Rubens Câmara), Manuelzão e Bananeira (Geraldo Elísio), Ofélia (Fernanda Marçola), Opostos (Eduardo Rennó), Minas Portuguesa (Paulo Augusto Gomes), O Homem da Cabeça de Papelão (Carlos Canela), Condenado (Carlos Magno e Carlos Canela), Ser Humano (Fernando Pinheiro), Um Dia Qualquer (André Rocha), Nego (Sávio Leite) e Reenactment (Jacob Møller).

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Tem 7 respostas até agora. »

  1. Existe muitos brasileiro q moraram e trabalharam Nos EUA mesmo ilegais pagaram impostos atraves do Itin number enunca receberam notificacao de deportacao no periodo que ficaram La Se numa eventual lei que o USA possa abrir para a legalizacao os que estao nesta situacao poderia se candidar auma legalizacao estando no seu Pais de Origem

  2. ola, gostaria de saber como eu inviaria uma música para o black eyed peas??? tenhum, varias músicas que eu mesmo fiz…

  3. Michel,

    É difícil dizer quais seriam as condições de legalização para uma futura lei.

  4. Emerson,

    Não tenho a menor idéia.

  5. como posso levar a mnha música para o estado unidos?? do que eu preciso? outre coisa quanto de dinheiro, eu gastaria para ir de recife para o estado unidos??

  6. Senhores(as)
    Venho com esta comunicar-lhes a respeito de minha indignacao com a lesgilacao brasileira no que diz respeito a revalidacao de diplomas.
    Eu e minha esposa viemos para os EUA no final da decada de 80 em busca de nova oportunidades de trabalho e melhor qualidade de vida. Felizmente conseguimos tudo isso. Porem 20 anos se passaram e resolvemos a voltar para o nosso Brasil antes da copa de 2014.
    Eu me formei em Engenharia em tecnologia eletronica em 1993(Eletronic Engineering Technology). Sai do Brasil formado como Tecnico em eletronica(CEFET-MG) e com 3 anos de experiencia na area. Logo apos a minha formatura nos EUA recebi uma proposta para trabalhar como Engenheiro de Campo para uma empresa da alemanha. Mas eu esperei um pouco mais, pois nesse trabalho tinha que viajar bastante. Aceitei uma proposta de uma multinacional na area de telecomunicacoes, no ano seguinte para trabalhar em Chicago como Analista de produto. Eu tenho um carinho especial com o diploma de Engenharia em eletronica porque gracas a esse diploma eu recebi o meu green card e ao mesmo tempo um reconhecimento do Senado Americano como estudante do ano em minha escola. Esta citation do senado Americano tambem guardo com muito carinho.
    Adorei a minha carreira e consegui fazer meu pe de meia com alguns anos de esforco, ja ha quase 20 anos trabalho para a mesma multinacional. Veja que nao eh facil se manter em uma empresa de tecnologia dentro dos EUA por tanto tempo. Quantos americanos ja se foram nos famosos layoff.
    Em 2010 obtive um segundo titulo em Adimistracao Tecnica (Technical Management). Eu aproveitei que a compania custiava meus estudos em cursos de graduacao e nao a nivel de mestrado e adquiri bastante conhecimentos na area de adiministracao e redacao tecnica.
    Logo apos minha formatura recebi uma proposta para trabalhar na filial da minha empresa em Sao Paulo. Porem, eu nao poderia exercer um cargo equivalente ao meu aqui, pois o Gerente pediu o CREA. O gerente me sugeriu revalidar meus diplomas. Assim o fiz. Em uma das viagens ao Brasil em 2011 eu dei entrada com a documentacao na UNIFEI de itajuba. Tambem, na mesma epoca conversei com o coordenador de curso da UFOP de Ouro Preto. O coordenador me aconselhou a nao entrar com a documentacao porque achava que a comissao que julga os diplomas estrangeiros iria negar a revalidacao. O Brasil nao tem curso superiores especificos em eletronica, que sejam registrados pelo MEC. Tambem, o curso mais proximo de adiministracao tecnica seria Engenharia de Producao.
    Tentei revalidar meu diploma de Engenheiro Americano na UNIFEI para Engenharia Eletrica e me foi negado. Nada fora do comum. As estatisticas nao sao das melhores. De cada 100 diplomas que a USP avalia para revalidacao 70 sao negados. Tenho aqui comigo todos os documentos originais que menciono nesse texto para comprovar o texto do indeferimento. Pela legislacao do Brasil, eu teria o direito de pelo menos ser testado ou fazer cursos complementares para obter o titulo no Brasil.
    Tambem fiz a inscricao em varias entidades privadas do Brasil afim de obter um Segundo titulo. As escolas superiores no Brasil tem uma opcao de segunda graduacao. Nesta inscricao, o aluno portador de titulo pode requerer uma avaliacao de classes para nao se repetir o que ja teve no curriculo anterior. As escolas nas quais eu fiz minha inscricao nao aceitaram meu diploma Americano e tambem nao permitiam que eu cursasse mestrado na instituicao. Bastante estranho, pois o principio de riprocidade nao esta sendo cumprido. Qualquer portador de titulo no Brasil tem as portas abertas em qualquer Universidade Americana seja a nivel de graduacao ou a nivel de mestrado. A unica coisa que se pede por aqui eh uma traducao dos cursos, e o mesmo tradutor indica na traducao uma equivalencia de titulo no diploma. E obiviamente a instituicao pode pedir um estudo complementar de materias que sao exclusivamente relacionadas ao mercado dos EUA. No caso de medicina, sao aplicados testes e aulas complementares.
    A grande vilan de riprocidade eh a propia lei.

    Esta informação se baseia na LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no artigo e demais parágrafos descritos abaixo:
    “Art. 48. Os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular.
    § 1º Os diplomas expedidos pelas universidades serão por elas próprias registrados, e aqueles conferidos por instituições não-universitárias serão registrados em universidades indicadas pelo Conselho Nacional de Educação.
    § 2º Os diplomas de graduação expedidos por universidades estrangeiras serão revalidados por universidades públicas que tenham curso do mesmo nível e área ou equivalente, respeitando-se os acordos internacionais de reciprocidade ou equiparação.
    § 3º Os diplomas de Mestrado e de Doutorado expedidos por universidades estrangeiras só poderão ser reconhecidos por universidades que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados, na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior.”
    Nao faz sentido que um professional ja praticando sua profissao a bastante tempo seja penalizado por uma lei tao banal.
    No caso de minha esposa eh ainda mais gritante.
    Ela se formou no Segundo grau aqui e tambem eh brasileira. Antes de minha vinda para Chicago , minha esposa ingressou em um curso superior de enfermagem em Boston. Nos nos separamos por 3 meses porque ela nao poderia abandonar os estudos no meio do caminho, e me acompanhar da noite para o dia. Assim ela terminou um semestre em Boston e veio para Chicago.
    Em 2000, ela se formou como enfermeira e se sentiu muito orgulhosa por conseguir isso, pois, foi a primeira na geracao de sua familia a ter um diploma universitario. Ela consegiu passar nos testes da associacao de enfermagem Americana na primeira tentativa e hoje eh Enfermeira chefe em um hospital de Chicago. Depois de mais de 10 anos na profissao, ela recentemente obteve um mestrado em ensino de enfermagem. Em 2011, minha esposa deu entrada para revalidacao de diploma de graduacao estrangeiro na USP. Praticamente ao mesmo tempo, ela foi chamada para ser professora de enfermagem em duas faculdades publicas em Chicago.
    Como nao poderia deixar de ser em janeiro de 2012 veio o balde de agua fria . A USP negou revalidar o diploma de Graduacao de minha esposa. No texto anexo da USP podemos perceber onde alegam que minha esposa mudou de escolas. Aqui eh muito comum vc mudar de municipio e ter que trocar de escola para manter os precos dos estudos. Chegaram a dizer tambem que o o curriculo nao tem essa classe ou aquela. Eu acho bastante dificil uma escola nos EUA ter exatamente o mesmo curriculo que uma escola no Brasil. A comecar pela carga horaria. A maioria dos Bacharels aqui tem uma media de 2100 horas sem estagio. Enquanto no Brasil sao mais de 3100 horas sem estagio. De cara 30% do curso nao existe.
    Em 2006 minha Irma veio para os Estados Unidos. Ela foi formada em odontologia pela UNIUBE e trabalhou varios anos para o governo brasileiro no Amazonas cuidando da saude dos nossos indios na cidade de Leticia no extremo oeste do Amazonas. A minha irma tem um sonho de cursar mestrado em uma instituicao nos EUA. Mas percebeu que o ensino universitario aqui eh carissimo. Nao deixando o sonho para tras, depois que ela se casou com um cidadao Americano, ela optou em fazer faculdade de enfermagem e trabalhar como enfermeira para custear o mestrado de odontologia.
    Nao deixando de mencionar, hoje a minha irma eh aluna na faculdade em que minha esposa leciona enfermagem. Um pequeno exemplo, para mostrar que as duas brasileiras sao de se orgulhar. Tambem podemos perceber que ninguem eh barrado de continuar seus estudos nos Estados Unidos. Ela tambem poderia ser dentista se quiser complementar estudos, e pagar a complementacao, que seria bem mais cara do que o curso de enfermagem.
    Recentemente, a presidente Dilma lancou um programa que se chama tecnologia sem fronteiras. Este programa fomenta a exportacao de estudantes brasileiros para outros paises, inclusive os EUA. Sao mais de 70000 bolsas em 4 anos. Eu acho uma excelentissima idea. Contudo, baseado em nossa legislacao atual esse programa eh illegal. O que eh legal para 7000 deveria ser legal para todos.
    No programa, o estudante pode fazer parte dos estudos aqui e parte dos estudos no Brasil. Com isso as classes que foram feitas em escolas no EUA seriam validas automaticamente no Brasil. Neste caso estariam indo contra a legislacao. Como ja coloquei aqui, as escolas nao revalidam parte de um curriculo, mas sim o curriculo inteiro. E na maioria das vezes nao tem meio termo. Eh sim ou nao.
    A arbritariedade em decisoes como essa eh um fato que assola o desenvolvimento tecnologico de nosso pais.
    Desde ja peco desculpa pela falta de acentos nessa redacao. Estou escrevendo em um PC fora do Brasil usando um teclado para o idioma ingles.
    Se vc leu o texto e este assunto lhe interessa, entre em contato com ourominas@yahoo.com
    Vamos lutar nas redes socias para um Brasil melhor.

  7. oi se os estados unidos não fossem tão buracratas eu gostaria de ter entrado no us marine corps mas não quero mais agradeço ao site por sempre responder minhas perguntas com muita agilidade o site e otimo e sempre eu o indico no facebook ate mais

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